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A humanidade hoje

Hoje a impossibilidade de o processo de deteriorização da vida de superfície do planeta ser revertido pela ação humana leva a humanidade a uma situação de grande conflito interno e externo. O amadurecimento que por séculos não foi assumido terá de ser consumado em pouco tempo, por uma operação guiada por energias cósmicas inteligentes. Entretanto, a maioria dos homens não se deixou preparar para essa maturidade. Manteve-se fechada, confirmando hábitos, tendências e aspectos próprios de estágios imaturos de sua evolução.

Como é imprescindível o ingresso de toda a vida planetária em uma fase adulta, consciente de seu papel e de sua importância para o equilíbrio dos universos, a humanidade não pode alhear-se disso. Pela resistência dos homens a transcender sua identificação com a vida comum, material, essa transição toma caráter de sofrimento, dor e conflito.

Esse quadro pode parecer pouco animador para os acomodados, mas suscita, naqueles que estão prontos, o anseio de servir, de realizar o que for necessário para a elevação da qualidade da vida terrestre. É nessas condições que as maiores oportunidades de crescimento interno até hoje oferecidas tornam-se acessíveis ao homem. Mas poucos percebem o que se passa realmente. Os que estão conscientes têm um dever para com os que se encontram na obscuridade, pois alguns destes ainda vão despertar antes que se instalem estados de caos mais agudos do que os de hoje.

Cada indivíduo deve reconhecer a própria tarefa e não medir esforços para consumá-la. Tem de perceber e efetivar as mudanças necessárias para cumpri-la e manter-se atento para não colocar restrições ao que lhe cabe.

Há um engano nesses seres a ser dissolvido: a ilusão de que a vivência de novas energias ou de realidades superiores só é possível em ambientes reclusos, fechados, monásticos. É tão necessário indivíduos em recolhimento em áreas assim especiais quanto outros sintonizados com a luz em grandes metrópoles. E inútil estabelecer valores externos para essas situações. O importante é ter clara a tarefa que corresponde a cada um e vivê-la sem conflito, sem expectativas e sem dispersar com sonhos ou criações mentais que só desviam a consciência da meta.

Este é o momento de transcender o estado vibratório desta humanidade, em que ainda se fazem comparações e se acredita que um trabalho seja menos valioso do que outro. A dignidade de uma tarefa é espelhada por aqueles que, ao realizá-la, estão plenamente conscientes da necessidade de cumpri-la e entregam-se a ela com amor ilimitado. Assim, todo e qualquer trabalho, onde quer que seja feito, pode refletir o sagrado.

Extraído do livro “O Visitante – O caminho para Anu Tea” - Trigueirinho
Editora Pensamento
Págs. 63 a 64

Extraído do boletim Sinais de Figueira, de Trigueirinho

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