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Aprender a ver

Toda teoria constitui um fiel reflexo do estado de consciência do seu criador. Com o processo de desenvolvimento do homem, teorias sempre novas e diferentes foram surgindo sucessivamente; são, na realidade, fruto de uma única criação universal que gera novas formas à medida que as anteriores vão se tornando insuficientes.

Assim, a verdade de hoje pode ser a inverdade de amanhã. Uma visão retrospectiva do passado da humanidade confirma esse fato. Por isso, é quase impossível julgar o que é narrado pela história. A história da ciência, por exemplo, é a história dos erros humanos. Não há razão alguma para envergonharmo-nos disso; devemos saber que através dos erros muito se aprende. O grotesco do comportamento humano reside no fato de cada geração, mesmo percebendo o engano da anterior, iludir-se, acreditando estar certa. É a soberba que a impede de ver claro; os ensinamentos cósmicos mantêm-se secretos para os que não entram num estado de consciência mais universal.

O indivíduo que não tenha estudado física não pode compreender certas fórmulas, por mais importantes que sejam para a ciência. Porém, quando adquire o necessário conhecimento, essas fórmulas passam a ter significado para ele. O mesmo se dá com verdades cósmicas que o homem novo necessitará conhecer.

Os códigos dessas verdades são acessíveis a todos; contudo, não podem ser reconhecidos pelo ignorante. A grande massa dos homens não percebe, por exemplo, o valor dos símbolos. Para VER é necessário APRENDER A VER. “A Luz chegou às trevas, porém as trevas não a reconheceram.”

Extraído do livro “Os Jardineiros do Espaço” - Trigueirinho
Editora Pensamento
Págs. 67 a 68

Extraído do boletim Sinais de Figueira, de Trigueirinho

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